A corda bamba entre o direito a morrer e o dever de preservar a vida

Por:

Maria Moreira Rato
Inês Antunes
Duarte Baptista

 

 

Diabética tipo I desde que veio ao mundo, sabe de cor e salteado aquilo em que o seu organismo falha: “O meu pâncreas não produz insulina e a subida do açúcar é súbita e muito exagerada. Essa falta de insulina dá origem à produção de substâncias tóxicas, os corpos cetónicos, que provocam o mal-estar e as náuseas”.

As causas desta patologia podem ser variadas: da anemia perniciosa, passando pela doença de Addison, até à doença celíaca. Contudo, no caso de Teresa, os médicos não conseguiram adiantar muita informação: “Quando nasci, há quase 30 anos, disseram aos meus pais que a diabetes era maioritariamente hereditária e que passaria de avós para netos mas, na minha família, ninguém sofre disto. A minha mãe teve uma gravidez normalíssima e, por isso, apontam para uma mutação genética” esclarece com um discernimento inquietante.

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