Ciência em Portugal: “anos nefastos” depois do tempo de euforia

 

O investimento do Estado português em investigação e desenvolvimento cresceu constantemente ao longo de quase três décadas, entre 1981 e 2010. Passou de 0,2% do PIB em 1981 para 1,6% em 2010. Foi uma época em que o sistema científico em Portugal passou da quase irrelevância para se tornar uma rede moderna, a estimular potencialidades e a criar recursos.

É generalizado o reconhecimento do papel fundamental de José Mariano Gago, primeiro como presidente da Junta Nacional de Investigação Científica e Tecnológica, depois como ministro da Ciência (entre 1995 e 2002 e entre 2005 e 2011) no desenho dessa política de Ciência que gerou confiança entre os investigadores e resultados para o progresso do conhecimento científico português.

Depois, com a crise financeira, veio a travagem. Manuel Heitor, figura preponderante nas equipas do entretanto falecido Mariano Gago, comenta, nesta pesquisa do repórter João Francisco Gomes sobre o estado da Ciência em Portugal que, depois desses anos de grande crescimento, veio um tempo “nefasto”

OUVIR A REPORTAGEM:

 

Reportagem e fotografia de João Francisco Gomes

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