Dia da Liberdade – 25 03 00 ABR 74

“Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado: os Estados sociais, os corporativos e o estado a que chegámos. Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos! De maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto. Quem for voluntário, sai e forma. Quem não quiser sair, fica aqui!” – palavras de Salgueiro Maia, o Capitão sem medo, perante 240 homens, no princípio da madrugada de 25 de Abril de ’74.

Tanque cruza esquina das ruas Serpa Pinto e Garrett, no Chiado, em Lisboa em 25 de abril de 1974. José Tavares/Álvaro Tavares
Tanques na Praça do Comércio. O objetivo era chegar a “Toledo”, nome de código dado ao Terreiro do Paço e os seus ministérios, onde foi montado o cerco militar. DN
Momento de tensão entre a GNR e as forças da Revolução. José Tavares/Álvaro Tavares
Salgueiro Maia, o Capitão sem medo, no Largo do Carmo, 25 de Abril de 74. Foi no Largo do Carmo que se dirigiu aos governantes refugiados no Quartel do Comando Geral da GNR, entre os quais Marcelo Caetano. DN
Dispositivo militar das forças da revolução no Elevador de Santa Justa, local de onde se via a retaguarda do Quartel do Carmo – Quartel do Comando Geral da GNR -, onde se encontrava Marcelo Caetano. José Tavares/Álvaro Tavares
Momentos que antecederam a rendição de Marcelo Caetano. José Tavares/Álvaro Tavares
Momentos que antecederam a rendição de Marcelo Caetano. José Tavares/Álvaro Tavares
“Foi esta força viril
de antes quebrar que torcer
que em vinte e cinco de Abril
fez Portugal renascer
(…)
Agora que já floriu 
a esperança na nossa terra 
as portas que Abril abriu 
nunca mais ninguém as cerra”
“As Portas que Abril abriu”, José Carlos Ary dos Santos
DN
Salgueiro Maia num momento descontraido, 25 de Abril 74. José Tavares/Álvaro Tavares
“Após 48 anos de asfixiante repressão, caía a ditadura em Portugal. Eram recuperadas a Liberdade, a Dignidade e o direito de cidadania do nosso povo. E, assim, a possibilidade de construir um Portugal maior, mais plural e mais justo.” – “O Dia Inicial: 25 de Abril Hora a Hora”, de Otelo Saraiva de Carvalho
DN

Gostaste deste artigo? Partilha-o!

Scroll to Top