O mundo do avesso

Soldados da União Nacional Karen (KNU) em posição durante um desfile que celebra o 70º aniversário do Dia da Revolução Nacional de Karen, Mianmar, 31 de janeiro de 2019. Os quatro “braços armados” União Nacional Karen (KNU), Exército Democrático Karen Benevolente (DKBA), Conselho de paz KNLA e a Guarda Fronteiriça (BGF) reuniram-se e cooperaram para a parada militar de celebração do 70º aniversário da o Dia Nacional da Resistência de Karen. Foi a primeira vez que tal aconteceu desde que a KNU começou a celebração da cerimónia anual há 69 anos. A União Nacional Karen, ou KNU, é o mais antigo insurgente armado étnico em Mianmar e tem lutado por um estado independente conhecido como Kaw Thoo Lei. A KNU declarou guerra ao governo birmanês a 31 de janeiro de 1949, o conflito armado em Mianmar é uma das mais longas guerras civis do mundo. O DKBA separou-se do KNU em 1994 e lutou contra o KNU durante uma década. Os quatro grupos rebeldes armados assinaram o acordo de cessar-fogo em todo o país com o governo de Mianmar em 2015. EPA/RUNGROJ YONGRIT
Bombeiros procuram vítimas da queda de uma barragem de resíduos minerais em Córrego do Feijão, no Brasil, 28 de janeiro de 2019. As hipóteses de encontrar sobreviventes da tragédia são “muito pequenos”, confirmaram os bombeiros na segunda-feira. O desastre ocorreu na sexta-feira e, de acordo com o boletim divulgado segunda-feira pelas autoridades do estado de Minas Gerais, o número de mortos subiu para 65 e contabilizaram-se 279 desaparecidos.EPA/ANTONIO LACERDA
Vista das montanhas do deserto de Atacama (Chile), perto do rio Silala, na fronteira entre o Chile e a Bolívia, 28 de janeiro de 2019. O Chile e a Bolívia disputam as águas do Silala. O rio desce 4.350 metros de um vulcão na Bolívia e chega ao território Chileno na sua foz com o rio Loa. EPA/Alberto Pena
Um pelicano-branco nada numa lagoa no jardim zoológico de Dresden, na Alemanha, 31 de janeiro de 2019. Estas grandes aves reproduzem-se predominantemente na África subsariana e no norte da Índia. EPA/FILIP SINGER
Agitação marítima na zona da Foz do Rio Douro, devido à passagem da depressão “Helena” pelo território continental, no Porto, 1 de fevereiro de 2019. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) emitiu para esta sexta-feira um aviso vermelho, o mais grave, para os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria e Lisboa devido à previsão de agitação marítima forte entre as 12:00 e as 21:00. RUI FARINHA/LUSA
Uma mulher reage quando seu cabelo se levanta devido a ventos muito fortes em San Sebastian, no País Basco, no norte da Espanha, a 31 de janeiro de 2019. O Departamento de Segurança Basco emitiu um alerta de nível laranja devido aos ventos fortes e à elevada agitação marítima. As ondas podem chegar aos 6 metros de altura. EPA/Juan Herrero
Neve na aldeia de Moscovo em Ayrshire, Escócia, Grã-Bretanha, 31 de janeiro de 2019. As baixas temperaturas, o gelo e a neve têm afetado várias zonas do Reino Unido. EPA/Robert Perry
Vapor dos prédios da cidade e do Lago Michigan em Chicago, Illinois, EUA, a 31 de janeiro de 2019. Relatórios afirmam que mais de 200 milhões de pessoas estão a enfrentar temperaturas geladas devido a um vórtice Polar que invadiu o centro-oeste dos Estados Unidos. EPA/KAMIL KRZACZYNSKI
Moradores dos subúrbios de Idalia brincam nas águas resultantes das cheias em Townsville, Queensland, Austrália, a 1 de fevereiro de 2019. Como medida de emergência, as autoridades pediram aos moradores que residiam abaixo da barragem do Rio Ross para abandonarem as suas residências, devido ao elevado risco de inundações. EPA/ANDREW RANKIN AUSTRALIA AND NEW ZEALAND OUT
Uma criança brinca junto a um transformador de eletricidade, a caminho sua casa, no bairro de lata Korogocho – um dos maiores de Nairobi – no Quénia, a 31 de janeiro de 2019. Estes bairros não têm infraestruturas, estão sobrelotados, têm poucos recursos e instalações sanitárias precárias, o que leva a uma alta taxa de mortalidade e de doenças. Segundo a Organização Mundial da Saúde, as crianças das favelas de Nairobi têm 2.5 vezes mais hipóteses de morrer antes dos cinco anos do que crianças de outras áreas da cidade. EPA/DANIEL IRUNGU