Percepção da realidade

Um sinal de estrada coberto na neve em Saint-Legier, Suíça, a 4 de abril de 2019. Os relatórios indicam descidas de temperatura na Europa devido a uma frente fria. EPA/ADRIEN PERRITAZ
Um homem verifica o sistema pulverização dos pomares de alperce. O sistema serve para proteger botões com uma fina camada de gelo, no meio dos Alpes suíços, em Martigny, Canton of Valais, Suíça, 05 de abril de 2019. Com uma previsão de temperatura excepcionalmente baixa para a estação, os produtores de frutas tentam proteger seus brotos de danos causados pela geada com dois meios diferentes, água gelada ou velas grandes.EPA/VALENTIN FLAURAUD
Pomares de alperce – O sistema de pulverização serve para proteger botões com uma fina camada de gelo, no meio dos Alpes suíços, em Martigny, Canton of Valais, Suíça, 05 de abril de 2019. Com uma previsão de temperatura excepcionalmente baixa para a estação, os produtores de frutas tentam proteger seus brotos de danos causados pela geada com dois meios diferentes, água gelada ou velas grandes. EPA/VALENTIN FLAURAUD
O solo seco e rachado perto de Sap, Hungria, 04 de abril de 2019. De acordo com a Câmara de Agricultura da Hungria (HCA), a seca pode causar um prejuízo de milhões aos agricultores húngaros. EPA/Zsolt Czegledi HUNGARY OUT
Um sofá na lagoa do La Sabana Metropolitan Park, que foi afetada pelas secas produzidas pelo El Niño, em San Jose, Costa Rica, a 3 de abril de 2019. A América Latina disse que se comprometeria a proteger os cursos de água e a aumentar os investimentos para cumprir o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Tal foi definido na V Conferência Latino-Americana sobre Água e Saneamento (LATINOSAN), que terminou na quarta-feira na Costa Rica.EPA/JEFFREY ARGUEDAS
As pessoas passeiam por uma rua inundada em Assunção, no Paraguai, a 3 de abril de 2019. Bañor Sur é uma das áreas de Assunção atingidas pelas cheias do rio Paraguai, que obrigaram cerca de duas mil famílias a deixarem suas casas. EPA/Andrés Cristaldo
Uma criança espera receber pão de graça de uma padaria local durante um grave período de escassez de alimentos em Sanaa, Iémen, 04 de abril de 2019. Segundo relatos, quase 20 milhões de pessoas precisam de assistência humanitária urgente. O país está a passar por uma crise humanitária devido ao conflito de quatro anos entre as forças do governo apoiadas pelos sauditas e os rebeldes Houthi. EPA/YAHYA ARHAB
Uma criança espera receber pão de graça de uma padaria local durante um grave período de escassez de alimentos em Sanaa, Iémen, 04 de abril de 2019. Segundo relatos, quase 20 milhões de pessoas precisam de assistência humanitária urgente. O país está a passar por uma crise humanitária devido ao conflito de quatro anos entre as forças do governo apoiadas pelos sauditas e os rebeldes Houthi. EPA/YAHYA ARHAB
Aloys Mutiribambe (esquerda), de sessenta e sete anos, observa Jackline Mukamana (direita) que relata a sua experiência durante uma entrevista na vila de Rwimikoni, conhecida como ‘Reconciliation Village’, a 40 km ao sul de Kigali, Ruanda, 04 de abril de 2019. Mutiribambe, um ex-membro da milícia Interahamwe, um grupo de extremistas hutus, confessou a morte de dez membros da família de Jackline Mukamana (tutsi) quando foi libertado da prisão, depois de cumprir 10 anos da sentença de 12 anos. 25 anos depois do genocídio que matou cerca de um milhão de pessoas, Mutiribambe e Mukamana vivem juntos na mesma aldeia como vizinhos e amigos. EPA/DAI KUROKAWA
As roupas dos que foram assassinados enquanto procuravam refúgio dentro da igreja estão penduradas na parede. É uma homenagem às vítimas do genocídio de 1994 na igreja em Ntarama, a cerca de 30 quilômetros ao sul da capital. Kigali, Ruanda, 04 de abril de 2019. A 7 de abril, Ruands marcará o 25º aniversário do genocídio de 1994. Extremistas étnicos hutus mataram tutsis e hutus moderados durante uma matança que durou cerca de três meses e que resultou, segundo Ruanda, na morte de mais de um milhão de pessoas. EPA/DAI KUROKAWA

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