Por amor ao Kimono

Por Joana Ascensão (texto e fotografia)

Aos dez anos, Joana era uma criança tímida. Os pais acharam que um desporto a podia ajudar a libertar-se.

O vizinho, que era treinador de judo, ofereceu-se para a levar a experimentar a modalidade. Mas Joana não lhe achou muita piada. Era uma modalidade muito masculina: havia falta de presença feminina na sala de treinos. Então, por força da vergonha, Joana deixou de aparecer.

Mal sabia que hoje, com 22 anos, ia ser mais uma a mostrar ao mundo que a força feminina portuguesa também dá cartas num desporto ancestralmente masculino.

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