Um ministério não basta para a Cultura

Músicos, atores, cineastas, escritores, artistas de todas as áreas, de um modo geral, pronunciam-se pela criação do ministério. Exigem mesmo essa opção política. Carlos Vargas, director da Companhia Nacional de Bailado, diz-nos que ainda mais importante é que haja financiamento para a cultura.

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Opinião semelhante é a de Jorge Silva Melo, fundador do Teatro da Cornucópia e da Companhia Artistas Unidos. Para além da importância vital do orçamento, este encenador e cineasta reclama que haja uma estratégia na política cultural.

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Tanto Jorge Silva Melo como Carlos Vargas registam, no meio de tantos retrocessos, uma boa evolução, a municipalização da actividade cultural, o que tem ajudado a atenuar a desorçamentação por parte do governo central.

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O XX Governo Constitucional, empossado em 30 de outubro, apesar de antecipado como muito breve, reintroduz o nível de ministério para tutelar a gestão cultural por parte do Estado. Fica para se saber com que estratégia e com que orçamento.

Reportagem por Tomás Gomes

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