Vítimas do amor

 

Ana, nome fictício, foi uma destas 16 mil pessoas que recorreram aos serviços da APAV em 2017. Quando casou pensou que seria para a vida inteira, mas ao fim de 22 anos de casamento, a vida mudou.

 “Quando casei foi um dos dias mais infelizes da minha vida porque sabia que estava a dar o passo errado, mas o orgulho era superior”- Sandra,vítima de violência doméstica desde o namoro.

Tal como Ana, também Sandra, nome verdadeiro, era vítima às mãos do marido. Em comum têm a vida construída na margem sul do Tejo e os ex-maridos a cumprir pena de prisão efetiva pelo crime de violência doméstica

 

Leia a reportagem aqui

 

Gostaste deste artigo? Partilha-o!

Scroll to Top